12 de maio de 2014

The CHARQUE Side Of The Moon - 2007



Bom dia Floyd’s maníacos, nesse dia de segunda-feira, porque não ouvi um tributo ao Pink Floyd? Estou repostando a vocês um disco único, tendo como base o eterno “The Dark Side of The Moon” sendo acrescentado o ritmo tipicamente paraense, estado esse no qual faço parte e tenho maior orgulho de ter nascido na região amazônica do País. Caros fãs, anseio que gostem dessa fantástica experiência, o tributo ficou bastante original, as canções ficaram bastante “gostosas” de ser ouvir, o disco ficou intitulado “The Charque Side of the Moon” devido o povo paraense da maior “valor” em comer charque (carne salgada) com açaí, só que para nós, a palavra charque é ambígua, sendo também relacionado com a imagem que vocês estão presenciando na capa. A banda responsável por essa mistura um tanto quanto inusitada foi o La Pupuña. As músicas não sofreram tanta mudança, mantendo a essência do Pink Floyd.

Realizei uma pequena pesquisa sobre o disco “The CHARQUE Side Of The Moon” de 2007, leiam abaixo pessoal. Abraços =D.


Uma homenagem com um sabor salgado e bem peculiar. Um dos maiores discos da história do rock, o antológico “The Dark Side of the Moon” de 1973 , do Pink Floyd, recebe uma nova interpretação toda à base da guitarrada paraense, com o carinhoso título de “The Charque Side of the Moon” de 2007 – em Belém, o charque é a carne bovina salgada preparada para um banquete (em outras regiões conhecida como “Carne-de-sol”) que também denomina, carinhosamente, a genitália feminina.


Luiz Félix, guitarrista e vocalista da banda La Pupuña – e um dos mais fervorosos fãs da banda inglesa – resolveu dar à obra o seu olhar particular sobre o disco de 1973. “A idéia era manter a concepção do disco todo, mas dar a ele um sotaque paraense”, conta o músico, que trabalhou durante 45 dias trancafiado no estúdio do parceiro Fabrício Jomar, co-autor da obra.
Boa vontade, fidelidade e uma forte dose de imaginação foram fundamentais para a homenagem paraense ao clássico inglês. O disco contou com 15 participações especiais e os custos não ultrapassaram R$ 500. Entre as participações estão nomes da nova geração do rock paraense, como a vocalista da banda Madame Saatan, Sammliz, que canta em “Money”; Pio Lobato e Guilherme (da banda Cravo Carbono) em “On the run” e Gaby Amarantos - cantora de technobrega que empresta seus gritos a “The great gig in the Sky”. O trabalho reúne também músicos de outros segmentos como Mestre Vieira (Mestres da Guitarrada) e o grupo de carimbó Os Baioaras, que coloca uma percussão pesada em “Time”.
A miscelânia de estilos musicais, no entanto, não compromete o conceito do álbum e mantém a fidelidade da gravação, como a separação de sons entre os canais, a ordem das músicas e todos os detalhes de Dark Side... – aqui substituídos por elementos regionais, como a risada de Fafá de Belém em “Brain damage”, sinos da Basílica de Nazaré (em Time) e “barcos pô pô pô” (em Speak to me).

Faixas:
01. Speak To Me/Breathe
02. On The Run
03. Time
04. The Great Gig In The Sky
05. Money
06. Us And Them
07. Any Colour You Like
08. Brain Damage
09. Eclipse



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